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Informações gerais

1. Devemos estudar “Inglês Americano” ou “Inglês Britânico” ?
2. Aulas e Turmas VIP
3. Como dominar o inglês
4. Depoimentos
5. In-Company Programs
6. Laboratório
7. O Ensino
8. O Idioma Inglês
9. Origem do Idioma Inglês
10. Por que falar bem ?
11. Programas e Cursos Especiais





1. Devemos estudar “Inglês Americano” ou “Inglês Britânico” ?

Da mesma forma que o português do Brasil tornou-se – com o passar dos séculos – diferente do português de Portugal, o inglês sofreu muitas mudanças de pronúncia, de entonação e de vocabulário nas várias colônias da Inglaterra.


Basicamente, temos:

O britânico (British English), falado na Inglaterra e que exerce alguma influência no inglês falado em outras nações da Europa, devido à proximidade geográfica.


O americano (American English), falado nos Estados Unidos e Canadá.


O australiano (Aussie English), falado na Austrália.


Temos, ainda, o inglês falado na Índia, que embora com uma pronúncia próxima do britânico apresenta características distintas, sendo mais ‘seco’ e claro.


O inglês da Nova Zelândia incorporou variações significativas na pronúncia e no vocabulário, a ponto de – com frequência – nem o compreendermos.


Para alguém que já estuda ou quer estudar inglês ficam estas perguntas:

1. A qual deles devo me dedicar ?
2. Qual é a importância de cada um deles na vida particular e profissional de cada um de nós brasileiros ?


(Não deixe de ver algumas diferenças do inglês americano e o britânico
em “PERGUNTAS FREQUENTES”.)


Quando decidimos elaborar um Curso de Inglês, que se tornasse um dos melhores do mercado, optamos pelo americano. Sabe por que ?


Porque consideramos todos os fatores que tornam o inglês americano muito mais importante do que o britânico para os alunos brasileiros. Veja:


1. Há muito mais empresas americanas do que britânicas no Brasil.
Desse modo, o mercado de trabalho se apresenta muito mais propício para aqueles que dominam o inglês americano. Mesmo as empresas oriundas de outros países se utilizam do inglês americano.


2. Pense nos filmes que Hollywood produz a cada ano.
Quantos filmes são feitos na Inglaterra ? É evidente que 90% dos filmes que entram no Brasil são falados em inglês americano.

Não seria muito confortável e prazeroso ir ao cinema e não precisar ler aquelas legendas que incomodam e nos fazem perder cenas importantes do filme ? Isso torna-se impossível para alguém que estude o britânico.


3. A CNN, maior rede de notícias do mundo hoje, é americana.


4. A maior parte das músicas também vem dos Estados Unidos.

Como nosso objetivo é preparar nossos alunos para um futuro brilhante dentro do mercado global atual, optamos por ensinar o inglês americano.

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2. Aulas e Turmas VIP

A SLCENTER tem programações especiais para turmas de 4, 3 ou 2 alunos, com atendimento realmente VIP, em salas reservadas, com o máximo de conforto, para uma maior assimilação da matéria.


Também temos programas SuperVIP para alunos individuais que necessitam de horários diferenciados e urgência do idioma.


Venha nos conhecer e sinta a diferença.

Fale conosco para maiores informações.

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3. Como dominar o inglês

Existem alguns fatores que influenciam diretamente em seu sucesso num curso de idiomas.


1. Não se deixe levar pelos comerciais (use-os apenas como referência);


2. Saiba escolher a escola (visitando-a no local);


3. Evite escolas que oferecem CDs ou DVDs no material didático
    (isso é apenas um grande comércio desse material);
 
4. Analise a qualidade da metodologia que lhe será aplicada
    (a maneira como a matéria é transmitida dos livros para os alunos);


5. Analise a qualidade do material didático
    (nos referimos a sequência de matéria que será ministrada);


6. O nível de conhecimento e dedicação dos professores interfere demais nos resultados;


7. Sua dedicação como aluno (não faltando nas aulas e participando delas ativamente).


Uma falha grave, da maioria das pessoas que querem aprender inglês, é preocupar-se com o preço em primeiro lugar. Entendemos que o fator econômico pode interferir na escolha de um curso, mas deve ser secundário, pois não são alguns “reais a mais” que irão excluí-las de um curso com muito mais qualidade.


Sempre busque QUALIDADE, pois seu investimento não limita-se apenas à parte financeira, mas sim a um outro detalhe ainda mais importante: o TEMPO, que uma vez perdido torna-se totalmente irrecuperável.


Em seu sucesso (ou fracasso), veja como fica, em percentuais, a participação do método, professor e aluno:



Isso quer dizer que apenas 1/3 do seu aprendizado depende de você. Os outros 2/3 dependem do método que a escola vai usar e de seu professor. Se um dos três itens falhar, falha também seu aprendizado.


É por isso que a escolha da escola é de fundamental importância para alguém que realmente deseja dominar o inglês (com qualidade).

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4. Depoimentos

Não deixe de ler os depoimentos dados pelos nossos alunos. Muitos deles participaram de vários cursos durante anos. Vários estavam desmotivados, acreditando que jamais aprenderiam o idioma.


Observe com atenção que todos são pessoas profissionalmente bem sucedidas, de bom nível cultural e sabem exatamente o que estão (gratuitamente) dizendo.

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5. In-Company Programs

A. “BASIC UPGRADE PROGRAM”

Para melhor atender aos alunos de grupos de uma empresa, a SLCENTER desenvolveu um programa chamado “Basic Upgrade”, o qual não é ministrado nas dependências da escola como programa regular.


O “Basic Upgrade” corresponde aos estágios intermediários do Curso Regular “English, In Its Easiest Way”, mas com muito menos gramática e muito mais conversação.


Durante os estágios do “Basic Upgrade” há um aumento considerável de vocabulário e do potencial de conversação em relação aos estágios básicos.


Este programa não contém estágios básicos, uma vez que ele se inicia na fase dos estágios intermediários do nosso curso regular.


Mais CONVERSAÇÃO – O “Basic Upgrade” dá especial ênfase às correções de pronúncia, ao mesmo tempo que educa o ouvido, através de filmes, para a compreensão oral rápida, desenvolvendo também o nível de conversação.


ESTÁGIOS – O “Basic Upgrade” é um curso especial contendo apenas 4 estágios. Cada um desses estágios é ministrado em 60 horas de aula, sendo aconselhável o programa normal, isto é, 2 aulas por semana de 90 minutos.


B. PROGRAMAS ESPECIAIS

Temos programas especiais que se adaptam às necessidades individuais de um aluno ou de um grupo reduzido de alunos.

São programas especialmente desenvolvidos e direcionados para eliminar todo e qualquer problema que um aluno – ou um específico grupo de alunos – possa ter.


Para mais informações, entre em contato conosco por telefone ou e-mail.


Nosso Departamento de Ensino poderá, com certeza, desenvolver um programa especial e adequado às necessidades de sua empresa.

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6. Laboratório

Desde a criação do nosso método exclusivo de ensino, em nenhum momento deixamos de aprimorá-lo. Nossos professores reportam, ao final de cada estágio, as principais dificuldades de seus alunos ao Departamento de Ensino.


O objetivo final deste trabalho é sempre reunir informações que possibilitem a todos, professores e alunos, atingirem a meta de modo mais fácil e prazeroso, através da constante melhoria do ensino. Daí o nome do nosso curso “English, In Its Easiest Way”, ou seja, “O Inglês em Seu Modo Mais Fácil”.


Certos de que estamos fazendo nosso melhor para continuarmos a ser uma escola “top” na qualidade, superando nossos principais concorrentes, apresentamos abaixo nossos “programas exclusivos” para aulas de laboratório.


Class Lab Programs

O “Home Lab” contém todo o vocabulário e expressões utilizadas em nossas aulas. São programas gravados – em nosso estúdio – por americanos, com qualidade digital.


Além dessas gravações, estes programas também apresentam observações importantes sobre o uso correto das palavras e expressões de cada estágio.


É um material de grande utilidade, no qual o próprio aluno pode buscar informações para esclarecer pequenas dúvidas que surgem ao fazer um exercício, ao redigir ou ler um texto.


UpGrade Lab Programs

No “Upgrade Lab” o aluno vai encontrar centenas de textos gravados por americanos, com os mais variados assuntos da atualidade, com um precioso conteúdo de cultura e desenvolvimento.


Estes programas são especialmente direcionados para os alunos que querem ir mais a fundo no idioma, que buscam melhoria de pronúncia e da compreensão oral (falado rápido) do inglês americano.


As aulas de laboratório não fazem parte da nossa programação normal e são gratuitas.

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7. O Ensino

Para falar um bom inglês não basta apenas escolher uma escola e participar de um curso. O aluno precisa se preocupar com vários itens que devem estar inseridos no currículo do curso e que, sem os quais, seu barquinho – com certeza – não vai chegar a porto algum.


Os principais são cinco e estão descritos a seguir:


1. GRAMÁTICA.
Sem ela, não dá para entender a estrutura do idioma. Aqueles que memorizam sentenças nas aulas, mas não entendem a parte estrutural do idioma, ao tentar mudar uma frase para expressar um outro pensamento, caem em erros ridículos.

Sem um boa gramática não dá para falar um “king’s English” (inglês perfeito).


É preciso entender as variações das preposições, os modos mais complexos dos verbos, a aplicação exata das conjunções e muito mais. Engana-se quem pensa que só a conversação é suficiente.


2. COORDENAÇÃO DAS IDÉIAS
Uma vez dominada a parte estrutural do idioma (gramática), o aluno deve ser instruído (com muita dedicação) como coordenar suas mensagens em inglês, pois nem sempre é possível formar uma frase em inglês, com a mesma estrutura ou palavras correspondentes em português.


Assim, sem a persistência do professor para incutir no aluno a posição correta dos componentes de uma frase (sujeito, advérbios, verbos, etc.), o aluno não consegue adquirir a habilidade necessária para uma comunicação perfeita no idioma.


Frases mal construídas tornam a comunicação obscura e, com frequência, podem mudar o significado do que a pessoa gostaria de falar.


Isso é um problema muito sério e frequente nos alunos brasileiros, devido ao sistema de ensino do idioma adotado no país há muitas décadas, por várias instituições tão famosas quanto falhas.


3. ESCRITA
A comunicação escrita está intimamente ligada ao bom conhecimento da gramática e de um bom vocabulário (grafia). Visto que não tem que se falar as palavras, a parte da fonética fica totalmente fora do contexto.


É perfeitamente possível que uma pessoa mostre qualidades nos textos escritos, mas não consiga falar inglês. A comunicação escrita, hoje, é muito importante nas redações ou traduções de cartas, faxes, e-mails, documentos profissionais e leituras de livros, revistas e jornais.


É nesse ambiente que o potencial de vocabulário que uma pessoa domina, vai auxiliá-la na compreensão total ou parcial dos textos, com rapidez ou lentidão na escrita ou na leitura. A potência do inglês será medida, então, através do conhecimento da gramática e da extensão do vocabulário.


Por isso, todos devem se preocupar com o vocabulário a ser ministrado em um curso, pois dele virão grandes reflexos positivos ou negativos no uso do idioma após o curso.


4. CONVERSAÇÃO
A comunicação escrita é muito mais fácil do que a oral, uma vez que dispomos de mais tempo para pensar e, além disso, temos a possibilidade de revisar o texto.


Ensinar a gramática inglesa não requer grandes habilidades e está ao alcance de qualquer método, por mais simples ou rudimentar que seja.


No entanto, fazer um aluno falar inglês com a exata coordenação dos pensamentos, a gramática correta e um vocabulário de bom nível, requer uma habilidade que poucos cursos têm.


A ‘sequência da matéria ministrada em aula’ tem uma importância fundamental para o sucesso do aluno na conversação. Se o método for inteligente e elaborado com muito cuidado produzirá um ótimo resultado.


A conversação tem que ser uma das partes mais trabalhadas dentro de qualquer curso. Do contrário, o aluno pode até aprender a escrever, mas falar...


5. COMPREENSÃO ORAL
Aqui está um dos maiores problemas dos alunos brasileiros. Quantas não foram as pessoas que já comentaram conosco:

“Quando eu cheguei nos Estados Unidos não entendia nada do que eles falavam. Não falavam o inglês que eu aprendi na minha escola”.


Quantos são os alunos formados por muitas escolas que não entendem filmes e programas jornalísticos da CNN, por exemplo ? (O pior é que muitos acham que entendem!)


Por que isso acontece ? Porque educar o ouvido para entender as contrações coloquiais dos americanos, por exemplo, exige um trabalho que depende de diversos fatores, dentre os quais podemos destacar:


1. qualidade das gravações usadas nas aulas;
2. a metodologia como esse material é utilizado em aula;
3. a habilidade do professor ao trabalhar com esse material;
4. a intensidade e a qualidade das correção (raríssimos métodos possuem);
5. a disposição do professor em exigir dos alunos os ‘linkings’;
6. disponibilização de material (de qualidade) em laboratório, voltado para a educação
    oral, isto é, compreensão oral rápida e eficiente;
7. a disposição do aluno para aceitar, com humildade, as correções necessárias.


Entender uma pessoa falando é tão importante (e em alguns casos até mais) quanto falar ou escrever.


Se nesta fase o aluno não tiver um ensino adequado, com certeza ao chegar num país estranho ele vai se sentir isolado no mundo.

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8. O Idioma Inglês

O inglês teve uma acentuada ascensão em todo o mundo com a publicação dos textos de Shakespeare nos idos da famosa Rainha Elizabete I. Foi então que um idioma, que ainda estava limitado às divisas do reino britânico, partiu das ilhas para ganhar uma importância enorme nos países da Europa e depois em todo o mundo.


A língua, que havia nascido em aldeias, evoluiu nas formas gramaticais e cresceu a cada século, a ponto de hoje termos dicionários com mais de 400.000 palavras.


(Para se falar um bom inglês, há que se conhecer uma média de 7.000 somente. Um vocabulário limitado produz o que é chamado de “broken English” – literalmente, “inglês quebrado”, mas o quer dizer “um inglês de qualidade ruim”. Com um bom nível de educação, uma pessoa conhece entre 20.000 e 30.000 palavras.)


O idioma inglês compõe-se de 25 letras, sendo 18 consoantes (b, c, d, f, g, h, j, k, l, m, n, p, q, r, s, t, v, x, z) e 7 vogais (a, e, i, o, u, w, y).


O sons que representam essas letras são os mesmos que temos em português (mas não com o mesmo valor fonético para todas elas), isto é, os sons do inglês são combinações diferentes dos mesmos sons que temos em português, com a exceção do som do encontro consonantal ‘th’ e do ‘h’ aspirado (como em ‘horse’).


Exemplificando: o japonês não tem o som do ‘r’, mas o português tem todos os sons usados no inglês (exceto os casos do ‘h’ e do ‘th’).


Isso é muito importante porque faz do brasileiro um excelente candidato a falar um inglês tão perfeito quanto o de um nativo, dependendo apenas da educação e do ensino que ele tiver em sua escola.


(Por outro lado, um japonês tem sérios problemas para pronunciar todas as palavras que possuem o ‘r’).


E mesmo os sons do ‘h’ e do ‘th’ não são obstáculos para o aluno brasileiro. Com dedicação, persistência e incentivo por parte do professor, qualquer aluno (com raríssimas exceções) passa a dominá-los até com facilidade.

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9. Origem do Idioma Inglês

O Inglês é um idioma de origem Indu-Européia que, segundo os historiadores e as pesquisas arqueológicas e antropológicas, bem poderia ter nascido nas antigas estepes do sul da Rússia, entre as tribos que lá viviam vários milênios atrás.


Buscando uma relação mais próxima com um dos galhos da extensa árvore genealógica dos idiomas, podemos dizer que o inglês procede do alemão ocidental (por sua vez das línguas germânicas).


O inglês passou por várias fases em sua evolução. No período do então “Antigo Inglês” (Old English Period) eram os saxônicos, os anglos e os jutos (membros das tribos que habitavam a Jutolândia) que inseriram o inglês em seus dialetos e nas aldeias, isso ao redor do Século V.


Viviam eles nas terras baixas, costas e ilhas dos lugares que hoje são conhecidos como as costas da Alemanha, Holanda e Norte da Dinamarca. A língua então falada por esses povos era o Germânico Ocidental.


Mas o inglês que nasceu dessa mescla de tribos, é claro, era muito diferente do atual, visto que os idiomas têm uma vida evolutiva muito ativa. Milhares de palavras da época morreram, e outras tantas novas foram incorporadas ainda no período seguinte.


No período do “Inglês Médio” (Middle English Period), por volta do Século XIV, a língua já era muito diferente daquela falada pelos anglos-saxões de 300 anos antes. As desinências finais das palavras já tinham caído, vocábulos adquiriram novas grafias e tanto o latim quanto o francês deixaram inúmeras ‘marcas’ nos textos literários e na conversa cotidiana do povo.


Então chegou o Século XVI e com ele um dos maiores e mais famosos escritores da língua inglesa: William Shakespeare. Ainda que encontremos em suas obras, bem como em outras dos demais autores da época, termos e expressões que são muito estranhos para nós nos dias de hoje, essas obras marcam o início do período do “Inglês Moderno” (Modern English Period).


A ampla divulgação desses textos através de livros e da imprensa escrita deram ao inglês uma posição de destaque e interesse por todo o mundo.


Ainda na formação desse inglês medieval, idiomas europeus como o francês, o antigo latim, o espanhol e o italiano tiveram uma certa importância no empréstimo de vários vocábulos nas mais diversas áreas, como no comércio, política, religião, etc.

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10. Por que falar bem ?

Quando vamos participar de um evento social, de uma reunião de negócios ou de uma entrevista para conseguirmos um emprego, sempre nos vestimos muito bem, polimos os sapatos mais que o costumeiro, arrumamos a gravata e o cabelo, para parecermos melhor, chamarmos a atenção e ganharmos a simpatia de alguém.


Enfim, tentamos fugir do nosso cotidiano com o objetivo de conquistarmos algo.


O que adianta tudo isso se ao usarmos o inglês cometemos erros grosseiros, numa linguagem confusa, sem nexo ?


Falar inglês fluente e correto (em todos os seus detalhes) é motivo de orgulho para nós mesmos e para a empresa a qual representamos.


– É ‘status’.
– É mostrar que somos inteligentes.
– É, muitas vezes, sabermos dominar a situação.
– É escaparmos de problemas que às vezes podem ser vexatórios.
– É sairmos de situações incômodas.
– É, também, ganharmos a admiração, o respeito e a confiança dos outros.
– E é, por fim, representarmos com dignidade e orgulho nossa própria família, a empresa e o país.



Existem melhores razões para você querer falar inglês com perfeição?

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11. Programas e Cursos Especiais

O uso correto das PREPOSIÇÕES e dos TEMPOS VERBAIS mais complexos do Indicativo, Subjuntivo e Imperativo tem sido sempre um grande obstáculo para os alunos (especialmente os oriundos de outros cursos). Para eliminar, de vez, esses problemas, a SLCENTER desenvolveu os seguintes cursos:


– THE WORLD OF PREPOSITIONS
– MASTERING VERB TENSES IN ENGLISH


Excelentes para todos que usam o inglês, tanto nas comunicações escritas quanto nas orais (redação de cartas, fax, relatórios, traduções de textos e outros). Usando corretamente as preposições e os verbos você vai sempre evitar dizer o que não quer.


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